A apresentação da lista de candidatos do PS/Açores às eleições legislativas de 18 de maio reflete o compromisso com a renovação, a paridade e a representação regional. Com 50% de mulheres e 50% de homens, 70% de renovação e uma média de idades de 40 anos, esta equipa alia experiência e inovação para defender os interesses de todos os açorianos.
Mais do que uma formalidade política, esta candidatura é uma declaração de princípios. Questões como a Lei das Finanças das Regiões Autónomas e a Revisão Constitucional, entre outras, exigem defesa firme dos Açores na Assembleia da República. É essencial garantir que a nossa voz seja ouvida e respeitada, assegurando um futuro de oportunidades e progresso para o arquipélago.
A Autonomia dos Açores é uma conquista histórica que deve ser constantemente defendida e reforçada. O respeito pela Autonomia passa por garantir que as nossas competências sejam plenamente exercidas, sem interferências injustificadas.
A nossa lista integra representantes de todas as ilhas, assegurando que cada uma tenha um papel ativo na definição das políticas nacionais. Do Corvo a Santa Maria, do Faial a São Miguel, cada açoriano terá um defensor atento aos seus interesses, lutando por melhores condições de vida e por um desenvolvimento sustentável da nossa região.
O contexto político atual exige que os interesses dos Açores sejam eficazmente defendidos e transformados em medidas concretas. Temos estado na linha da frente das batalhas que moldam o presente e o futuro da nossa região, e é com esse compromisso que nos apresentamos a estas eleições. Mais do que promessas, apresentamos um projeto sólido e realista, capaz de responder às necessidades dos açorianos e de garantir um desenvolvimento equitativo em todo o arquipélago.
Há quem estranhe que um líder regional seja candidato à Assembleia da República. Talvez preferissem que os Açores dependessem da atenção esporádica de Lisboa, como se a nossa voz só devesse ser ouvida de tempos a tempos. Mas sejamos claros: isto não é sobre protagonismo, é sobre defesa dos nossos interesses! Não basta estarmos presentes, é preciso sermos ouvidos – e garantir que as decisões que afetam os Açores não são tomadas sem os Açores.
Se isso causa desconforto a alguns, talvez seja porque finalmente estamos a ocupar o espaço que nos pertence. E vamos continuar.
Este é o nosso compromisso!